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Internet das Coisas

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Internet of Things - IoT

Ficção: máquinas, robôs, dispositivos,... comunicando entre si e tomando decisões para aumentar o conforto da humanidade.

Realidade: máquinas, robôs, dispositivos,... comunicando entre si e otimizando processos e inferindo informações com menos interferência humana.

Desafios encontrados na concepção da coisa (o produto):

  1. Inovação. É a mola mestra do futuro presente. Criar não é uma tarefa fácil. Inventar sempre terá como precursora a problemática. Não se inventa apenas por inventar... é preciso se antenar com problemas e necessidades da humanidade. Pensamento crítico é imperioso aos criadores.
  2. Ética. A "coisa" tem que se encaixar nos padrões admissíveis à época e não permitir desvios de conduta no seu uso. Mas pode apresentar novos conceitos e modos de se fazer.
  3. Crescimento. Buscar o bem comum e o crescimento da humanidade, permitindo o compartilhamento de recursos e benefícios à toda população, independentemente da raça, do credo, das convicções políticas e da renda.
  4. Aplicar conhecimentos para desenvolvimento de novas teorias e costumes saudáveis.

Desafios encontrados nos projetos de IoT:

  1. Seleção do módulo de comunicação sem fio. Na grande maioria dos projetos de IoT os dispositivos estarão conectados via comunicação sem fio (wireless). Qual padrão adotar? Qual padrão oferece a taxa de bits mínima necessária? A distância mínima necessária? Com menor potência possível, ou com maior autonomia de baterias?
  2. Projeto de RF e depuração. Dispositivos não estão funcionando? Analisando o domínio da frequência podemos identificar problemas que não podem ser vistos no domínio do tempo. Equipamentos e instrumentos adequados se fazem necessários na busca de soluções.
  3. Maximização da vida útil da bateria. Verifique se o seu dispositivo pode ter vida longa. Use as melhores práticas e certifique-se de preservar a vida da bateria a partir do projeto.
  4. Obtenção da pré-certificação EMI e EMC. O teste de avaliação EMI (EletroMagnetic Interference) é caro. Saiba como configurar pré-testes em seu laboratório para garantir o cumprimento da certificação já na primeira tentativa.
  5. Agilidade na geração de produto para o mercado. Use padrões estabelecidos de comunicação sem fio. De Bluetooth a WLAN, verifique se o produto cumpre as normas mais recentes. Garanta que o seu produto conseguirá o atalho para o mercado.
  6. Interferência das Coisas. Certifique-se de que o sinal do seu dispositivo poderá ser visto entre milhares de outros com o pré-trabalho (testes e ensaios) e as ferramentas adequadas.

Fonte

Veja o que há por detrás das coisas (vídeo).

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Adeus, malária e dengue: Google pretende erradicar as doenças

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Quando a Google quer fazer uma coisa, na maioria das vezes, ela tem sucesso. Agora, a empresa tem uma meta um pouco fora do comum, mas trata-se de algo que pode ser muito bom para todos nós: a erradicação de doenças como a malária e a dengue.

Quem está por trás dessa ideia é Linos Upson, um executivo da Google que ajudou no desenvolvimento do Chrome. De acordo com o Business Insider, a companhia quer montar um projeto para modificar geneticamente os mosquitos que causam essas doenças.

De acordo com um estudo publicado na Popular Science e realizado no Brasil, os mosquitos que foram geneticamente modificados até o momento já reduziram a população dos insetos transmissores de dengue em 95%.

Segundo o BI, Upson comentou que a necessidade de colocar a pauta na Google é tornar o projeto mais seguro e possuir um capital — isso porque o retorno de uma proposta como essa não é rápido.

Não há datas para o projeto sair do papel, mas a ideia de ter a Google (ou outra empresa da Alphabet) trabalhando em algo deste tamanho é bem interessante para todos nós.

 Fonte: Techmundo

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Microempresas de nanotecnologia começam a ganhar força no Brasil

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Captura de Tela 2015-08-15 às 18.10.08

Segundo o gerente de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae, Célio Cabral, o Brasil está começando a solidificar uma posição no ramo da nanotecnologia. Atualmente, são cerca de 100 empresas registradas no país que têm como base produtos e serviços relacionados à área nanotecnológica.

A nanotecnologia faz parte do Plano Plurianual (PPA) do governo federal de 2000-2003, mas foi somente nos últimos anos que empreendimentos de maior porte começaram a ganhar força. “É um diferencial competitivo, sobretudo, em um momento de crise, em que as condições econômicas são cada vez mais difíceis no acesso ao mercado. O risco é maior, mas a possibilidade de retorno é grande”, explica Cabral.

Em 2012, o Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação criou o SisNANO (Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias). O objetivo é fornecer infraestrutura adequada para ajudar pesquisadores, órgãos públicos e companhias da área que precisam de suporte para desenvolver projetos na área.

Regulamentação e pesquisa

No ano passado, o Brasil aderiu ao programa NanoReg, um grupo de pesquisa que visa estabelecer padrões de regulamentação em nanotecnologia. Mais de 50 instituições no mundo todo, como empresas, universidades e institutos de pesquisa fazem parte da empreitada financiada pela União Europeia.

Até o ano passado, o Brasil respondia por menos de 0,1% da produção mundial do setor, mas as condições favoráveis podem fazer com que o setor cresça ainda mais. Firmas farmacêuticas, cosméticas e têxteis são apenas alguns exemplos das que mais crescem com projetos relacionados à nanotecnologia no Brasil.